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O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ parabeniza Lucas da Conceição Oliveira, Roberta Gaze e Leonardo da Silva pelo destaque no 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa promovida pela Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O concurso recebeu 270 propostas da comunidade universitária e selecionou 20 projetos para a etapa final, dos quais 10 foram premiados durante cerimônia realizada no dia 30 de setembro de 2026, na Inovateca, no Parque Tecnológico da UFRJ. As propostas contemplam soluções para diferentes desafios da Universidade, incluindo mobilidade, segurança, acessibilidade, sustentabilidade, gestão de resíduos e uso eficiente de recursos.

Entre os destaques está Roberta Gaze, aluna de mestrado do Programa de Engenharia de Transportes (PET/COPPE/UFRJ), que chegou à etapa final do concurso com a proposta “PONTO SEGURO: Sistema Inteligente de Pontos de Ônibus Seguros na UFRJ”. A iniciativa propõe o desenvolvimento de um sistema inteligente voltado à melhoria da segurança nos pontos de ônibus da Universidade, contribuindo para a mobilidade e para uma melhor experiência de deslocamento da comunidade universitária.

Também integram o grupo de destaques Lucas da Conceição Oliveira, pesquisador do Laboratório de Otimização e Sistemas de Informações Geográficas (OPTGIS), e Leonardo da Silva, aluno de pós-doutorado, que participaram da iniciativa com propostas voltadas à busca de soluções inovadoras para desafios da Universidade.

A participação dos três representantes evidencia o envolvimento de diferentes segmentos da comunidade acadêmica — pesquisa, pós-graduação e pós-doutorado — na construção de soluções aplicadas aos desafios cotidianos da UFRJ.

O Prêmio Engaja UFRJ foi criado com o objetivo de identificar, selecionar, valorizar e premiar soluções inovadoras capazes de contribuir para a modernização da Universidade e para a melhoria da qualidade de vida de sua comunidade. As propostas finalistas também poderão avançar para etapas de desenvolvimento, prototipagem e busca de financiamento.

O PET/COPPE/UFRJ parabeniza Lucas da Conceição Oliveira, Roberta Gaze e Leonardo da Silva pelo envolvimento e pela contribuição para o desenvolvimento de soluções inovadoras para a Universidade, destacando a importância da pesquisa e da inovação na transformação do ambiente acadêmico.

Fonte: Conexão UFRJ

Título: “Desenvolvimento de Metodologias de Coleta e Análise do Hidrogênio Natural.”

Palestrante:  Romulo da Cunha Lima

Orientador: Paulo Emílio Valadão de Miranda

Data: 30/09/2026
Horário: 18h
Local: Remoto

Banca Examinadora:
Prof. Paulo Emílio Valadão de Miranda – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Marco Antônio da Silva Braga - IGEO/UFRJ
Prof. Marcelo Martins Werneck - PENt/COPPE/UFRJ

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Governo do Estado do Rio de Janeiro assinaram, em 25 de setembro, um Memorando de Entendimentos para coordenar a estruturação de projetos de mobilidade urbana na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As iniciativas foram identificadas pelo Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), que reúne propostas para a transformação dos sistemas de transporte público coletivo no país.

O memorando prevê a estruturação da expansão do sistema metroferroviário fluminense, contemplando a Linha 2, no trecho Estácio–Carioca/Praça XV, com potencial extensão da Pavuna até a Baixada Fluminense; a Linha 3, conectando Carioca/Praça XV, Niterói, São Gonçalo e Itaboraí; e a Linha 4, entre Jardim Oceânico, Alvorada e Recreio. Para cada projeto, serão desenvolvidos estudos previstos no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

Na estruturação da Linha 3, o trabalho será realizado em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aproveitando estudos desenvolvidos pela Coppe/UFRJ, no âmbito do Projeto Prisma. Os trabalhos já contemplam um diagnóstico técnico-operacional e urbanístico da proposta.

A assinatura do memorando ocorreu no Palácio Guanabara e contou, entre os signatários, com Glaydston Mattos Ribeiro, professor do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, além do diretor de Planejamento e Relações Institucionais do BNDES, Nelson Barbosa; do governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto; e do presidente do Instituto Rio Metrópole (IRM), Roberto Leão.

Além da estruturação dos projetos metroviários, o acordo prevê medidas institucionais relacionadas à governança metropolitana e à integração tarifária, com participação do Instituto Rio Metrópole, autarquia vinculada ao Governo do Estado e responsável por atividades de planejamento e execução de políticas públicas na região metropolitana.

Segundo o BNDES, os projetos fazem parte do Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), elaborado entre 2024 e 2026. O estudo mapeia projetos e propõe políticas para 21 das regiões metropolitanas mais populosas do Brasil, reunindo um banco de dados com 187 projetos de mobilidade urbana, que correspondem a mais de 3 mil quilômetros de metrôs, BRTs, trens e VLTs.

As propostas analisadas pelo ENMU consideram mais de 100 indicadores técnico-operacionais, econômico-financeiros, socioambientais e urbanísticos. O estudo também avalia impactos relacionados à redução de emissões de poluentes e gases de efeito estufa, à segurança viária, ao número de embarques, aos investimentos necessários e ao tempo e custo das viagens.

No conjunto das iniciativas propostas pelo estudo, os impactos estimados incluem a possibilidade de evitar 27 mil vítimas de sinistros de trânsito e 3 milhões de toneladas anuais de CO₂, além de reduzir em 11% o custo das viagens e em 16% o tempo médio de deslocamento da população. As iniciativas também apresentam potencial de mobilizar mais de 1 milhão de empregos e demandar até 7.600 ônibus elétricos e 2.400 carros metroferroviários.

A participação da Coppe/UFRJ no processo reforça a contribuição da pesquisa acadêmica e da engenharia para a estruturação de projetos estratégicos de mobilidade urbana, especialmente por meio dos estudos desenvolvidos no Programa de Engenharia de Transportes e do Projeto Prisma.

Fonte: Coppe/UFRJ 

O 2026 BRICS Debate Brazil – National Championship teve sua data alterada. O evento será realizado no dia 21 de outubro de 2026, das 14h às 16h, em formato on-line.

A mudança deve ser observada por todos os participantes e interessados no campeonato.

Confira as informações atualizadas:

Evento: 2026 BRICS Debate Brazil – National Championship
Nova data: 21 de outubro de 2026 (quarta-feira)
Horário: das 14h às 16h
Formato: on-line

A organização agradece a compreensão de todos e reforça a importância de considerar a nova data em seus planejamentos.

Um estudo para a implantação da Linha 3 do Metrô, conectando os dois lados da Baía de Guanabara, foi apresentado na Câmara dos Vereadores do Rio. Desenvolvido no âmbito do Projeto Prisma-RJ, da Coppe/UFRJ, o trabalho atualiza uma proposta discutida desde a década de 1960 a partir de novos dados sobre mobilidade, ocupação urbana, atividade econômica, meio ambiente e segurança pública.

O projeto prevê um traçado de aproximadamente 50 quilômetros e 29 estações, partindo do Centro do Rio, atravessando a Baía de Guanabara e seguindo por Niterói e São Gonçalo até Itaboraí. O estudo é coordenado pelo professor Rômulo Orrico e conta com a participação de pesquisadores como o professor Glaydston Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes.

Redução no tempo de deslocamento

Segundo as estimativas apresentadas, a implantação da Linha 3 poderia proporcionar reduções expressivas no tempo de algumas viagens. O trajeto entre Icaraí e o Aeroporto Santos Dumont, por exemplo, poderia passar dos atuais 75 minutos de carro para cerca de 11 minutos de metrô, redução estimada em 85%.

O estudo também estima que a população atendida no entorno das estações chegaria a 182 mil moradores, frente aos 92 mil considerados em propostas anteriores. A cobertura de matrículas escolares aumentaria de 23 mil para 48 mil, enquanto a quantidade de empregos acessíveis também praticamente dobraria.

Para elaborar o novo desenho, a equipe analisou 12 planos de mobilidade anteriores e incorporou diferentes variáveis territoriais à definição do percurso. Entre os fatores considerados estão população, empregos, renda, áreas vulneráveis, polos geradores de viagens, matrículas escolares, capacidade de adensamento, patrimônio protegido, questões ambientais e segurança pública.

O Prisma-RJ ainda prevê novas etapas para a concepção definitiva da Linha 3, incluindo estimativas de demanda e receita, pesquisa de preferência declarada e estudos para a futura modelagem da licitação.

A proposta busca contribuir para o debate sobre a ampliação e a integração do transporte de alta capacidade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, aproximando a produção acadêmica da Coppe/UFRJ dos desafios de mobilidade enfrentados pela população.

Fonte: OGLOBO

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