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04 03 PET Confira o Resultado Final Detalhado 374O Resultado Final Detalhado do Processo Seletivo para ingresso nos cursos de Mestrado e Doutorado – Turma 2026/1, conforme estabelecido no Edital nº 1078/2025, já está disponível para consulta.

A divulgação apresenta a classificação final dos candidatos, contemplando as etapas do processo seletivo e as respectivas avaliações realizadas ao longo do período de seleção. O documento reúne as informações completas referentes aos candidatos aprovados e classificados para ingresso nos programas de pós-graduação no primeiro período letivo de 2026.

Os candidatos devem verificar atentamente o resultado divulgado, bem como acompanhar as orientações institucionais referentes às próximas etapas, como procedimentos de matrícula, envio de documentação e demais informações administrativas necessárias para a efetivação do ingresso no programa.

A coordenação do Programa parabeniza todos os candidatos aprovados e agradece a participação de todos que integraram o processo seletivo, reforçando o compromisso institucional com a excelência na formação de mestres e doutores.

Acesse o Resultado Final Detalhado do Processo Seletivo 2026/1:

Mestrado

Doutorado

Para mais informações, os candidatos podem entrar em contato com a secretaria do Programa por meio dos canais institucionais.

05 02 PET Defesa Camilla Espírito Santo Noticia 374Título: “Do Asfalto ao Morro: Um Procedimento para Analisar e Compreender a Acessibilidade e a Mobilidade dos Moradores de Favelas”

Palestrante: Kelly Cristina da Silva de Almeida

Orientador(es): Glaydston Mattos Ribeiro

Data: 11/03/2026
Horário: 09h
Local: Remoto

Banca Examinadora:
Prof. Glaydston Mattos Ribeiro – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Romulo Dante Orrico Filho– PET/COPPE/UFRJ
Prof.ª Andrea Justino Ribeiro Mello – CEFET

27 02 PET Lula cria gargalo logístico Notícia 374 A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de revogar o decreto que incluía hidrovias estratégicas no Programa Nacional de Desestatização (PND), após pressão de grupos indígenas, reacendeu o debate sobre segurança jurídica, previsibilidade regulatória e competitividade logística no Brasil. A medida interrompeu o avanço das concessões das hidrovias do Madeira, Tapajós e Tocantins, consideradas fundamentais para o escoamento da produção agrícola pelo chamado Arco Norte.

A revogação ocorreu após mais de 30 dias de mobilização indígena no Pará, incluindo a ocupação de área ligada ao terminal da Cargill, em Santarém. O governo justificou a decisão afirmando a necessidade de diálogo com as comunidades afetadas. Lideranças indígenas alegavam que o decreto representaria a “privatização dos rios” em benefício do agronegócio.

Especialistas do setor, contudo, esclarecem que a medida tratava da concessão de serviços específicos — como dragagem, sinalização, derrocagem e monitoramento da via — e não da venda dos rios. Segundo Edeon Vaz, diretor-executivo da Agência de Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias e dos Corredores de Exportação (Adecon), houve ruído na comunicação governamental. “Ninguém está privatizando nada. A concessão é para garantir navegabilidade e eficiência operacional”, afirmou.

Impacto no escoamento da produção

As hidrovias do Norte são consideradas estratégicas para reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade das exportações brasileiras. Estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), divulgado em 2023, projeta que apenas a Hidrovia do Tapajós poderia movimentar 66,5 milhões de toneladas até 2035, frente às 11,9 milhões registradas em 2022 — um indicativo do potencial ainda não explorado.

O crescimento projetado está diretamente ligado à consolidação de corredores integrados, como a ferrovia Ferrogrão e a rodovia BR-163, que conectam o Centro-Oeste aos portos do Norte. Sem investimentos estruturais na navegação fluvial, porém, o sistema pode enfrentar limitações justamente no momento em que a produção agrícola atinge patamares recordes.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) estima que o Mato Grosso poderá produzir 144 milhões de toneladas de grãos em 2035, com volume exportável próximo a 130 milhões de toneladas. Parte relevante dessa produção depende do corredor de Miritituba (PA) e das hidrovias amazônicas.

Sem melhorias permanentes, como dragagem contínua e derrocagem, o sistema hidroviário perde capacidade de absorver a expansão da produção, mantendo a dependência do modal rodoviário — mais caro, menos eficiente e com maior emissão de CO₂.

Segurança jurídica e planejamento de longo prazo

A revogação do decreto também levantou preocupações sobre instabilidade regulatória. Parlamentares da bancada do agro classificaram a decisão como retrocesso institucional, argumentando que a medida compromete a lógica de planejamento de longo prazo da infraestrutura nacional.

Para o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a decisão representa um passo atrás na atração de investimentos. “Como gerar empregos e reduzir desigualdades sem segurança jurídica e continuidade?”, questionou.

A diretora-executiva da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Patrícia Arantes, destacou que a decisão aumenta a imprevisibilidade para investidores estrangeiros e pode gerar efeito dominó em outras concessões. “Infraestrutura é projeto de Estado, não de governo”, reforçou Edeon Vaz.

Debate estratégico em ano eleitoral

Analistas avaliam que a decisão ocorreu em um contexto político sensível, com a gestão federal evitando intensificar conflitos em ano eleitoral. O coordenador do grupo Esalq Log, Thiago Péra, observa que as hidrovias são essenciais para diversificar a matriz de transporte, atualmente dependente em cerca de 60% do modal rodoviário no transporte de grãos.

Já o doutor em engenharia de transportes Tafarel Carvalho de Gois aponta que a ampliação do uso hidroviário reduz emissões e acidentes, sendo estratégica para o país no longo prazo.

A suspensão das concessões transcende o debate sobre um decreto específico. Para especialistas, a controvérsia revela tensões sobre o modelo de desenvolvimento da Amazônia e a capacidade do Estado brasileiro de alinhar crescimento agrícola, sustentabilidade ambiental e estabilidade institucional.

O impasse sobre as hidrovias do Norte evidencia que o desafio logístico brasileiro permanece no centro do debate econômico — e que decisões estruturantes exigem equilíbrio entre diálogo social, segurança jurídica e planejamento de longo prazo.

Fonte: Gazeta do Povo

05 02 PET Defesa Camilla Espírito Santo Noticia 374Título: “Análise dos fatores que influênciam na localização de estações de bicicletas compartilhadas: O caso de Niterói”

Palestrante: Diego Rubim Teixeira de Siqueira

Orientador(es): Licinio da Silva Portugal

Data: 06/03/2026
Horário: 15h30
Local: Remoto

Banca Examinadora:
Prof. Licinio da Silva Portugal – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Glaydston Mattos Ribeiro – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Giovani Manso Ávila – POLI/UFRJ

27 02 PET Prof Andrea Santos Noticia 374 A Universidade Federal do Rio de Janeiro e o governo do Estado do Rio de Janeiro retomaram as reuniões deliberativas do Conselho do Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia da Cidade Universitária, após sete anos sem encontros formais. A iniciativa marca o início de um novo ciclo de governança voltado ao fortalecimento da agenda de sustentabilidade no campus.

Entre os representantes indicados pela Universidade está a professora Andrea Souza Santos, da Coppe, que integra o colegiado responsável por deliberar sobre investimentos estratégicos em eficiência energética, mobilidade e gestão sustentável de recursos naturais na Cidade Universitária.

Criado em 2012 a partir de parceria entre a UFRJ e o governo estadual, o Fundo Verde utiliza recursos provenientes do abatimento de ICMS nas contas de energia elétrica do campus para financiar projetos estruturantes. Ao longo de mais de uma década, foram destinados mais de R$ 39,4 milhões a 25 projetos que alcançaram praticamente todas as áreas da Cidade Universitária.

Entre as ações implementadas estão projetos de geração de energia solar em unidades como o Centro de Ciências da Saúde (CCS), o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), o Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem (LNDC), que também atua como ponto de apoio técnico às iniciativas do Fundo Verde, e prédios do Centro de Tecnologia 2 (CT2). Também foram realizados investimentos significativos na modernização da infraestrutura elétrica com tecnologia LED, além de projetos voltados à mobilidade sustentável, como ciclovias, sistema de bicicletas compartilhadas e soluções colaborativas de deslocamento.

O Fundo também apoia estudos técnicos sobre consumo energético, emissões de gases de efeito estufa e uso da água, além de financiar bolsas para estudantes, técnicos e docentes envolvidos nas ações, fortalecendo a formação de recursos humanos para a agenda ambiental da Universidade.

A retomada das reuniões está alinhada a novo decreto estadual que atualiza os objetivos do Fundo, consolidando um modelo de governança colaborativa entre universidade e governo para impulsionar políticas ambientais e energéticas na Cidade Universitária.

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