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O Rio de Janeiro ultrapassou São Paulo em número de operações de helicópteros, considerando pousos e decolagens registrados em 2025. O levantamento citado pela revista VEJA, elaborado pela plataforma de aviação Flapper com dados do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), aponta que os aeroportos de Jacarepaguá, Santos Dumont e Galeão somaram 94,4 mil operações de helicópteros no período. Em São Paulo, foram cerca de 78,6 mil operações. :contentReference[oaicite:0]{index=0}

A mudança representa uma inversão em relação a 2024, quando São Paulo registrou aproximadamente 74,7 mil pousos e decolagens, contra 70,3 mil no Rio de Janeiro. O crescimento fluminense está diretamente relacionado ao aumento da movimentação no Aeroporto de Jacarepaguá, que se consolidou como uma importante base para operações ligadas à indústria de petróleo e gás. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

De acordo com Elton Fernandes, professor do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ, a expansão das atividades de petróleo e gás offshore é um dos principais fatores que explicam a intensidade do tráfego de helicópteros no Rio. As aeronaves desempenham papel importante na logística das plataformas instaladas na costa fluminense, realizando o transporte de trabalhadores e o apoio às atividades offshore. :contentReference[oaicite:2]{index=2}

Enquanto no Rio a movimentação está fortemente associada à cadeia logística do setor de petróleo e gás, em São Paulo os helicópteros possuem utilização mais diversificada, incluindo aviação executiva, transporte empresarial, serviços hospitalares e outras atividades urbanas. :contentReference[oaicite:3]{index=3}

O crescimento das operações também aumenta a demanda por infraestrutura adequada. Entre as propostas discutidas pelo setor está a criação de um helicentro na Zona Sul do Rio, que poderia contribuir para distribuir parte do fluxo atualmente concentrado na Zona Oeste e atender à expansão dos voos turísticos e de outros serviços.

O cenário evidencia a importância da infraestrutura aeroportuária e da integração entre transporte aéreo, indústria e atividades econômicas para acompanhar o crescimento da movimentação de helicópteros na cidade.

Fonte: VEJA

A transição energética entra em uma nova fase, marcada pelo avanço de inovações tecnológicas e pelo desenvolvimento de soluções voltadas à expansão das fontes renováveis e à redução das emissões de gases de efeito estufa.

Nesse cenário, novas tecnologias e modelos de negócio vêm ganhando espaço e contribuindo para transformar a forma como a energia é produzida, armazenada, distribuída e utilizada. O movimento envolve diferentes setores e amplia as oportunidades para o desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis.

Entre os destaques dessa nova etapa estão iniciativas relacionadas à energia solar, armazenamento de energia, hidrogênio, combustíveis sustentáveis e outras tecnologias de baixo carbono, que avançam à medida que investimentos, pesquisa e inovação se combinam para acelerar a transformação do setor energético.

O avanço dessas tecnologias também evidencia a importância da pesquisa científica e da inovação para enfrentar os desafios da transição energética, criando alternativas capazes de conciliar segurança energética, competitividade e sustentabilidade.

A evolução do setor reforça, ainda, a necessidade de ampliar a cooperação entre universidades, centros de pesquisa, empresas e governos, fortalecendo o desenvolvimento e a implementação de soluções que possam contribuir para uma economia de baixo carbono.

A reportagem do O Globo apresenta cinco novidades que ilustram esse momento de transformação e os caminhos que vêm sendo construídos para o futuro da energia.

Fonte: OGlobo 

As cidades estão em constante transformação, impulsionadas por mudanças sociais, tecnológicas e ambientais que exigem novas formas de compreender e planejar os espaços urbanos. Nesse contexto, o professor Matheus Oliveira, do Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ, apresenta reflexões sobre os desafios da mobilidade urbana, da participação social e da construção de cidades mais inclusivas, sustentáveis e voltadas às necessidades da população.

Em artigo publicado no Planeta COPPE, o docente destaca a importância de repensar a relação entre as pessoas e os espaços urbanos, considerando que a mobilidade vai além dos deslocamentos cotidianos e está diretamente ligada ao acesso a oportunidades, serviços, cultura e qualidade de vida.

A publicação também aborda o papel da participação social na formulação de políticas públicas e no planejamento urbano, defendendo que a construção de cidades mais resilientes depende do diálogo entre pesquisadores, gestores públicos e sociedade. Para o professor, soluções inovadoras para os desafios urbanos passam pela integração de diferentes áreas do conhecimento e pelo desenvolvimento de estratégias que coloquem as pessoas no centro das decisões.

As reflexões apresentadas reforçam a contribuição do PET/COPPE/UFRJ para o debate sobre mobilidade, desenvolvimento urbano e sustentabilidade, evidenciando o compromisso do programa com a produção de conhecimento científico capaz de apoiar a construção de cidades mais inteligentes, acessíveis e humanas.

Leia AQUI artigo completo e conheça as reflexões do professor Matheus Oliveira sobre os desafios e as oportunidades para transformar as cidades.

Fonte: Planeta Coppe 

O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe/UFRJ torna público o Resultado Pós Reconsideração da Seleção para Mestrado e Doutorado, referente ao 3º período do ano letivo de 2026.

Os resultados estão disponíveis por modalidade:
Clique AQUI para acessar o resultado do Mestrado.
Clique AQUI para acessar o resultado do Doutorado.

Título: "Avaliação da Aderência de Procedimentos Municipais de Licenciamento de Polos Geradores de Viagens aos Fundamentos da Mobilidade Urbana Sustentável: Desenvolvimento de um Protocolo baseado em Maturidade."

Palestrante: Luiz Afonso Penha de Sousa

Orientadores: Prof. Licinio da Silva Portugal

Data: 04/09/2026
Horário: 09h30
Modo: Remoto

Banca examinadora:
Prof.ª Marina Leite de Barros Baltar – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Licinio da Silva Portugal – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Diego Moreira de Araújo Carvalho – CEFET/RJ
Prof.ª Andréa Justino Ribeiro Mello – CEFET/RJ
Prof. Bruno Guida Gouveia - UERJ

 

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