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Título: "Roadmap Estratégico de Biocombustíveis: Caminhos para a Transição Energética do Setor de Transportes no Brasil."
Palestrante: Mariane Gonzalez da Costa
Orientadores: Prof. Marcio de Almeida D’Agosto
Data: 14/09/2026
Horário: 09h00
Modo: Híbrido
Banca examinadora:
Prof. Marcio de Almeida D’Agosto – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Lino Guimarães Marujo – PET/COPPE/UFRJ
Prof. Fábio Souza Toniolo – PEC/COPPE/UFRJ
Profa. Carolina Burle Schmidt Dubeux - Centro Clima/COPPE/UFRJ
Prof. Augusto Cesar de Mendonça Brasil – UNB
A Linha 3 do metrô, projeto que prevê a integração entre o Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, volta ao centro das discussões sobre o futuro da mobilidade na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Com uma história que remonta a décadas, a proposta permanece no papel, mas novos estudos e debates vêm colocando novamente em evidência o potencial do projeto para transformar os deslocamentos entre os municípios e ampliar a integração do transporte público na região.
Estudos recentes conduzidos pela Coppe/UFRJ avaliam alternativas para o traçado, a viabilidade econômica e os impactos sociais da implantação da linha. A pesquisa é coordenada pelo professor Rômulo Orrico, do Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe, e conta com investimento de R$ 26 milhões do governo federal, com prazo previsto de 30 meses. :contentReference[oaicite:0]{index=0}
Uma das possibilidades estudadas prevê uma ligação metroviária com trecho sob a Baía de Guanabara, conectando áreas estratégicas de Niterói e São Gonçalo ao sistema metroviário do Rio. Em uma configuração apresentada em estudo recente, a linha teria aproximadamente 50 quilômetros e 29 estações, podendo beneficiar cerca de 2 milhões de pessoas na Região Leste Fluminense. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
Além de reduzir os tempos de deslocamento, a implantação da Linha 3 poderia contribuir para a integração regional, a redução da dependência do transporte individual e a melhoria da mobilidade urbana, aproximando centros de emprego, universidades, serviços e áreas residenciais.
A discussão também evidencia os desafios envolvidos em um projeto dessa dimensão, especialmente diante da necessidade de atualização dos dados sobre mobilidade, comportamento do trânsito, crescimento urbano e integração entre os diferentes municípios da Região Metropolitana.
O debate sobre a Linha 3 reforça, portanto, a importância do planejamento de longo prazo e da produção de conhecimento técnico para orientar decisões sobre infraestrutura e mobilidade urbana, buscando soluções que atendam às necessidades atuais e futuras da população.
Fonte: VEJA RIO
A transição energética entra em uma nova fase, marcada pelo avanço de inovações tecnológicas e pelo desenvolvimento de soluções voltadas à expansão das fontes renováveis e à redução das emissões de gases de efeito estufa.
Nesse cenário, novas tecnologias e modelos de negócio vêm ganhando espaço e contribuindo para transformar a forma como a energia é produzida, armazenada, distribuída e utilizada. O movimento envolve diferentes setores e amplia as oportunidades para o desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis.
Entre os destaques dessa nova etapa estão iniciativas relacionadas à energia solar, armazenamento de energia, hidrogênio, combustíveis sustentáveis e outras tecnologias de baixo carbono, que avançam à medida que investimentos, pesquisa e inovação se combinam para acelerar a transformação do setor energético.
O avanço dessas tecnologias também evidencia a importância da pesquisa científica e da inovação para enfrentar os desafios da transição energética, criando alternativas capazes de conciliar segurança energética, competitividade e sustentabilidade.
A evolução do setor reforça, ainda, a necessidade de ampliar a cooperação entre universidades, centros de pesquisa, empresas e governos, fortalecendo o desenvolvimento e a implementação de soluções que possam contribuir para uma economia de baixo carbono.
A reportagem do O Globo apresenta cinco novidades que ilustram esse momento de transformação e os caminhos que vêm sendo construídos para o futuro da energia.
Fonte: OGlobo
O Rio de Janeiro ultrapassou São Paulo em número de operações de helicópteros, considerando pousos e decolagens registrados em 2025. O levantamento citado pela revista VEJA, elaborado pela plataforma de aviação Flapper com dados do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), aponta que os aeroportos de Jacarepaguá, Santos Dumont e Galeão somaram 94,4 mil operações de helicópteros no período. Em São Paulo, foram cerca de 78,6 mil operações. :contentReference[oaicite:0]{index=0}
A mudança representa uma inversão em relação a 2024, quando São Paulo registrou aproximadamente 74,7 mil pousos e decolagens, contra 70,3 mil no Rio de Janeiro. O crescimento fluminense está diretamente relacionado ao aumento da movimentação no Aeroporto de Jacarepaguá, que se consolidou como uma importante base para operações ligadas à indústria de petróleo e gás. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
De acordo com Elton Fernandes, professor do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ, a expansão das atividades de petróleo e gás offshore é um dos principais fatores que explicam a intensidade do tráfego de helicópteros no Rio. As aeronaves desempenham papel importante na logística das plataformas instaladas na costa fluminense, realizando o transporte de trabalhadores e o apoio às atividades offshore. :contentReference[oaicite:2]{index=2}
Enquanto no Rio a movimentação está fortemente associada à cadeia logística do setor de petróleo e gás, em São Paulo os helicópteros possuem utilização mais diversificada, incluindo aviação executiva, transporte empresarial, serviços hospitalares e outras atividades urbanas. :contentReference[oaicite:3]{index=3}
O crescimento das operações também aumenta a demanda por infraestrutura adequada. Entre as propostas discutidas pelo setor está a criação de um helicentro na Zona Sul do Rio, que poderia contribuir para distribuir parte do fluxo atualmente concentrado na Zona Oeste e atender à expansão dos voos turísticos e de outros serviços.
O cenário evidencia a importância da infraestrutura aeroportuária e da integração entre transporte aéreo, indústria e atividades econômicas para acompanhar o crescimento da movimentação de helicópteros na cidade.
Fonte: VEJA
O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da Coppe/UFRJ torna público o Resultado Pós Reconsideração da Seleção para Mestrado e Doutorado, referente ao 3º período do ano letivo de 2026.
Os resultados estão disponíveis por modalidade:
Clique AQUI para acessar o resultado do Mestrado.
Clique AQUI para acessar o resultado do Doutorado.