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07 04 26 PET ProfessoraMarinaBaltar 374A professora Marina Baltar (PET/COPPE/UFRJ) participou de reportagem exibida no RJ2 e no g1 sobre o crescimento do uso de bicicletas elétricas no Rio de Janeiro, tema que tem ganhado destaque no debate sobre mobilidade urbana.

Durante a matéria, a professora destacou um ponto essencial: o desafio não está apenas no aumento desse modo de transporte, mas na forma como ele é integrado à cidade. Segundo ela, é fundamental que o avanço das bicicletas elétricas venha acompanhado de planejamento urbano adequado e infraestrutura compatível.

A análise reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a integração entre diferentes modais de transporte, garantindo segurança, eficiência e acessibilidade para os usuários.

O crescimento das bicicletas elétricas representa uma oportunidade para tornar as cidades mais sustentáveis e menos dependentes de veículos individuais motorizados, mas exige atenção a questões como regulamentação, uso do espaço urbano e convivência com pedestres e outros meios de transporte.

A participação da professora evidencia a contribuição da academia no debate sobre mobilidade urbana, trazendo reflexões fundamentais para o desenvolvimento de soluções mais eficientes e inclusivas.

Fonte: Optgis.pet

06 04 PET Faixa exclusiva Noticia 374 A implantação de uma faixa exclusiva para ônibus em Teresópolis já apresenta resultados positivos, com a redução de até 15% no tempo de viagem do transporte coletivo, beneficiando diretamente a mobilidade urbana no município.

A iniciativa conta com a contribuição dos professores Glaydston Mattos Ribeiro (PET/COPPE/UFRJ) e Cíntia de Oliveira (OPTGIS/UFRJ), que atuam em pesquisas voltadas ao planejamento de transportes e mobilidade sustentável. O estudo reforça a importância de medidas que priorizem o transporte coletivo como estratégia para melhorar a eficiência dos deslocamentos urbanos.

A adoção da faixa exclusiva permite maior fluidez para os ônibus, reduzindo atrasos e aumentando a confiabilidade do sistema, além de incentivar o uso do transporte público como alternativa ao transporte individual.

De acordo com os especialistas, intervenções como essa são fundamentais para promover cidades mais eficientes, sustentáveis e acessíveis, contribuindo também para a redução de congestionamentos e emissões de poluentes.

A experiência em Teresópolis evidencia como soluções relativamente simples, quando bem planejadas, podem gerar impactos significativos na qualidade da mobilidade urbana e na vida da população.

Fonte: Net Diário

31 03 PET Caminhadas e pedaladas podem NoticiaAs discussões sobre mobilidade urbana no Brasil têm ganhado novos contornos diante dos desafios crescentes das grandes cidades. Nesse contexto, o professor Glaydston Ribeiro destaca que caminhadas e pedaladas podem ser parte real da solução, mas ressalta que essas alternativas devem estar integradas a um sistema de transporte mais amplo e eficiente.

Segundo o professor, a ampliação de vias para automóveis não resolve os problemas estruturais da mobilidade urbana. Pelo contrário, essa estratégia tende a incentivar ainda mais o uso de veículos individuais, agravando questões como congestionamentos, poluição e desigualdade no acesso ao transporte.

O especialista defende a priorização de modais coletivos de alta capacidade, como metrôs, trens e corredores de ônibus, aliados a uma melhor integração com formas de mobilidade ativa, como o uso da bicicleta e os deslocamentos a pé.

Para ele, investir em planejamento urbano integrado é essencial para garantir cidades mais sustentáveis, acessíveis e eficientes. Isso inclui a criação de infraestrutura adequada para ciclistas e pedestres, além da conexão eficiente entre diferentes meios de transporte.

O debate reforça a necessidade de repensar as políticas públicas voltadas à mobilidade, priorizando soluções que promovam qualidade de vida, redução de emissões e inclusão social.

Fonte: Globo

06 04 PET Professor Glaydston Noticia 374

O professor Glaydston Mattos Ribeiro e a pesquisadora Marina Marina Leite (PET/COPPE/UFRJ) são autores de um artigo científico publicado no periódico internacional Journal of Transport and Health, uma das principais revistas da área que investiga a relação entre mobilidade urbana e impactos na saúde da população.

O estudo aborda temas relevantes relacionados ao planejamento de transportes, mobilidade sustentável e seus efeitos sobre a qualidade de vida, contribuindo para o avanço das discussões sobre cidades mais saudáveis e eficientes.

A publicação reforça a importância de integrar políticas de transporte com estratégias de saúde pública, destacando como escolhas de mobilidade — como o incentivo a caminhadas, uso de bicicletas e transporte coletivo — podem influenciar diretamente indicadores de bem-estar e redução de riscos à saúde.

A participação do professor Glaydston Mattos Ribeiro evidencia o papel da pesquisa acadêmica no desenvolvimento de soluções para desafios urbanos contemporâneos, especialmente em um cenário onde a mobilidade sustentável se torna cada vez mais central nas agendas globais.

O artigo também contribui para o fortalecimento da produção científica brasileira em nível internacional, ampliando o diálogo entre pesquisadores e instituições que atuam na interface entre transporte, saúde e planejamento urbano.

Fonte: ScienceDirect

27 03 PET Coppe UFRJ propõe otimização Noticia 374A eletrificação do transporte de cargas no Brasil ainda enfrenta desafios estruturais significativos. Atualmente, apenas 0,4% da frota nacional de caminhões é eletrificada, segundo dados da Mirow & Co., evidenciando que a transição energética no setor depende não apenas da adoção de veículos elétricos, mas, sobretudo, da existência de uma infraestrutura de recarga robusta e estrategicamente distribuída.

Apesar de o país contar com mais de 12 mil pontos de recarga, a maior parte é de baixa potência, voltada para veículos leves e concentrada em áreas urbanas. Em rodovias, a realidade é diferente: muitas não possuem acesso a redes de média ou alta tensão, essenciais para a instalação de carregadores ultrarrápidos. Esse cenário cria um gargalo logístico que limita a eletrificação do transporte de longa distância, restringindo iniciativas a projetos privados, geralmente vinculados a centros de distribuição.

Diante desse contexto, pesquisadores do Laboratório de Otimização e Sistemas de Informações Geográficas (OptGis), do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ, estão desenvolvendo soluções inovadoras para orientar a expansão da infraestrutura de eletropostos no país. Sob a coordenação do professor Glaydston Ribeiro (PET/COPPE/UFRJ), o estudo utiliza modelos avançados de otimização que cruzam dados sobre a autonomia de veículos elétricos com os pontos de parada obrigatória dos motoristas.

A proposta permite que os caminhões realizem a recarga durante os períodos de descanso, aumentando a eficiência operacional e reduzindo custos logísticos. “A rede de transporte existe, mas precisamos de uma rede de alimentação para os eletropostos. O OptGis calcula onde o sistema elétrico local suporta essa carga extra sem colapsar, fornecendo um mapa técnico para orientar investimentos prioritários”, destaca o professor.

O avanço dessa linha de pesquisa foi impulsionado pela recente inauguração das novas instalações do OptGis, no Centro de Tecnologia da UFRJ, consolidando o laboratório como um hub multidisciplinar de inteligência aplicada à logística e à mobilidade sustentável. Equipado com infraestrutura computacional de alto desempenho, o espaço permite o processamento de modelos complexos em larga escala.

Com apoio de agências como a FAPERJ e o CNPq, o OptGis se posiciona como um importante centro de desenvolvimento de soluções para a transição energética no Brasil. Ao oferecer análises técnicas e recomendações estratégicas, o laboratório contribui diretamente para a tomada de decisão por parte de gestores públicos e empresas privadas, acelerando a descarbonização e promovendo uma logística mais eficiente, sustentável e alinhada às demandas do futuro.

Fonte: COPPE UFRJ

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