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12 01 26 PET Resultado da Homologação Noticia 374O Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ divulgou o resultado final da homologação das inscrições para os cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado, referentes ao 1º período letivo de 2026, conforme o Edital nº 1078/2025.

De acordo com o Edital UFRJ/COPPE/PET nº 1078/2025, foram homologadas as inscrições dos candidatos que atenderam integralmente aos requisitos estabelecidos, após a análise da documentação e das inscrições submetidas. Entre os critérios avaliados estiveram a comprovação de formação acadêmica compatível, o envio completo da documentação obrigatória e o cumprimento dos prazos previstos no edital.

Clique AQUI para acessar o resultado do Mestrado.

Clique AQUI para acessar o resultado do Doutorado.

13 01 26 PET Alta da produção na Venezuela Noticia 374A perspectiva de aumento da produção de petróleo na Venezuela, no médio prazo, acende um sinal de alerta para a Petrobras e para petroleiras brasileiras de menor porte. A avaliação é de especialistas do setor ouvidos pelo Valor, que apontam possíveis impactos no equilíbrio do mercado internacional de petróleo.

O retorno esperado de empresas petrolíferas norte-americanas à Venezuela, após mudanças no cenário político do país, pode contribuir para um aumento da oferta global da commodity, pressionando ainda mais os preços internacionais do barril. Esse movimento tende a gerar efeitos indiretos sobre países produtores, como o Brasil, que disputam espaço em um mercado altamente competitivo.

Para a professora Suzana Kahn, do Programa de Engenharia de Transportes (PET), diretora da COPPE/UFRJ, mesmo que a produção venezuelana volte a crescer, o impacto inicial deve ocorrer na redistribuição dos fluxos comerciais do petróleo. Segundo a pesquisadora, a entrada mais ativa dos Estados Unidos na produção venezuelana pode reduzir significativamente o fornecimento destinado à China.

“Em um mundo com a geopolítica tão dividida, o fato de os Estados Unidos entrarem em cena e começarem a atuar no aumento da produção da Venezuela deve tirar a China da jogada. Os chineses são grandes compradores do petróleo venezuelano. Se Pequim perder esse suprimento, abre-se mais um mercado que pode ser suprido pelo Brasil”, avalia Suzana Kahn.

A análise destaca que, embora o aumento da oferta represente um desafio para produtores brasileiros, também pode gerar oportunidades estratégicas, especialmente em mercados que venham a ser reconfigurados por mudanças geopolíticas e comerciais no setor energético global.

12 01 26 PET Resultado da Homologação Noticia 374O Programa de Engenharia de Transportes (PET/Coppe/UFRJ) divulga o resultado da homologação das inscrições dos candidatos aos cursos de Mestrado e Doutorado referentes ao 1º período letivo de 2026.

Nesta etapa do processo seletivo, foram analisadas as inscrições recebidas, bem como a documentação exigida em edital, com o objetivo de verificar a conformidade dos dados e a elegibilidade dos candidatos para prosseguir nas próximas fases da seleção.

Para consultar a lista completa com o resultado da homologação das inscrições, acesse:

Mestrado
Doutorado

Os candidatos que tiveram suas inscrições homologadas estão aptos a participar das etapas seguintes do processo seletivo, conforme o cronograma e as orientações estabelecidas pelo Programa. Já aqueles que não tiveram a homologação confirmada devem verificar os motivos informados e, quando previsto, observar os prazos para interposição de recurso.

O PET reforça a importância de que todos os candidatos acompanhem atentamente as publicações oficiais, pois nelas constam as informações sobre prazos, etapas, resultados e eventuais convocações.

O Programa de Engenharia de Transportes deseja sucesso a todos os candidatos nas próximas etapas do processo seletivo.

12 01 PET Resultado da Avaliação Quadrienal 2025 Notícia2O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ alcançou a Nota 6 na Avaliação Quadrienal da CAPES, mantendo o mesmo conceito da avaliação anterior e consolidando-se entre os programas de excelência nacional e internacional na área de Engenharias I. De acordo com o Artigo 27 da Portaria CAPES nº 122, de 2021, a Comissão de Avaliação da Área recomendou a atribuição da nota máxima possível dentro do patamar de excelência ao programa, reconhecendo a consistência, a qualidade e o impacto das suas atividades acadêmicas, científicas e institucionais.

No parecer da comissão de área, o PET recebeu conceito “Muito Bom” nos três quesitos avaliados: Programa, Formação e Impacto na Sociedade, todos com peso 100. A apreciação geral destaca que o programa apresentou desempenho de alto nível em todos os itens analisados, refletindo a solidez do seu projeto acadêmico, a qualidade da formação oferecida aos discentes e a relevância social e científica das suas ações.

A avaliação também ressalta os avanços significativos alcançados pelo PET no quadriênio, especialmente no que se refere à internacionalização. O programa ampliou sua inserção no cenário internacional por meio da participação de docentes como editores de edições especiais de periódicos científicos internacionais, da atuação de professores convidados em eventos no exterior e da presença de membros do corpo docente em bancas de tese em instituições estrangeiras. Além disso, o PET possui convênios de cotutela, dupla diplomação e projetos de pesquisa desenvolvidos em redes de cooperação internacional, fortalecendo sua atuação global.

Outro ponto de destaque foi a forte inserção regional e nacional do programa, que mantém parcerias com órgãos públicos e empresas privadas para a resolução de problemas de gestão pública e da área de transportes. Essas ações ampliam o impacto do PET na sociedade e contribuem para a formulação de políticas públicas e soluções técnicas voltadas à mobilidade, logística e infraestrutura de transportes no país.

A comissão avaliadora também reconheceu a qualidade dos produtos acadêmicos e científicos gerados pelo programa, como relatórios técnicos, artigos publicados em periódicos de alto fator de impacto e palestras, que evidenciam a elevada sinergia entre a formação acadêmica, a produção científica e as aplicações práticas do conhecimento produzido no PET. A visibilidade e a transparência do programa também foram destacadas, com menção ao site institucional completo, informativo e bilíngue.

Com a manutenção da Nota 6, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ reafirma seu papel de referência na área, demonstrando excelência na formação de recursos humanos altamente qualificados, na produção de conhecimento científico e tecnológico e no impacto efetivo sobre a sociedade, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento do setor de transportes no Brasil.

09 01 26 PET Diesel cai Noticia 374Apesar da expressiva redução de 27,4% no preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras desde janeiro de 2023, o alívio não chegou de forma proporcional ao bolso do consumidor brasileiro. Enquanto o valor cobrado pela estatal caiu de R$ 4,05 para R$ 2,94 por litro, o preço médio nas bombas recuou apenas 6,9%, passando de R$ 6,51 para R$ 6,06, segundo dados do Ministério de Minas e Energia.

Para o professor Márcio D’Agosto, titular de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, o descompasso entre o preço de produção e o valor pago pelo consumidor final se explica pela estrutura complexa da formação de preços no Brasil. “O preço final do diesel é uma combinação de diferentes fatores, sendo o preço de produção, a parcela da Petrobras, o maior componente. Mas ele é apenas uma parte da equação. Há também os impostos federais e estaduais, o custo do biodiesel e as margens das distribuidoras e dos postos”, explica o pesquisador.

Um dos principais fatores que têm limitado a queda do diesel nas bombas é o retorno e o aumento da carga tributária. No fim de 2022, o governo federal zerou os impostos sobre o diesel para conter a alta de preços que chegou a R$ 7,67 por litro em julho daquele ano. Atualmente, os tributos federais voltaram a incidir, somando R$ 0,32 por litro. Já os estados, com a adoção do modelo de ICMS monofásico a partir de fevereiro de 2025, elevaram a cobrança de R$ 0,79 para R$ 1,12 por litro, um aumento de quase 42%.

Além dos impostos, o custo do biodiesel, que é obrigatoriamente misturado ao diesel no Brasil, também contribui para manter os preços elevados. Entre 2023 e 2025, o percentual de mistura subiu de 10% para 15%, enquanto o preço do insumo passou de R$ 0,58 para R$ 0,88 por litro. Como o biodiesel é atualmente mais caro que o diesel fóssil, o efeito final é de pressão adicional sobre o preço médio do combustível.

Para o professor Márcio D’Agosto, outro ponto crucial está na estrutura do mercado de distribuição. Ele aponta que a privatização da BR Distribuidora, hoje Vibra Energia, reduziu a capacidade do governo de influenciar os preços praticados. “O governo perdeu o controle sobre os preços das distribuidoras. Isso diminuiu a concorrência e enfraqueceu os instrumentos de política pública sobre combustíveis, que não são apenas uma questão econômica, mas também de segurança energética”, afirma.

No modelo atual, as distribuidoras compram o diesel puro da Petrobras, arcam com impostos, com o custo do biodiesel e com a logística de estocagem e transporte, e depois adicionam uma margem própria antes de repassar o produto aos postos. Essa margem, no entanto, não é pública. “Ela é um segredo comercial das distribuidoras, o que dificulta a transparência na formação do preço final”, observa D’Agosto.

O impacto do diesel caro é especialmente sentido no setor de transportes. Em 2024, o Brasil consumiu 67 bilhões de litros de diesel, combustível que responde por cerca de 60% do transporte de cargas no país. Em uma transportadora, o diesel pode representar até 40% dos custos operacionais, e o frete corresponde, em média, a 30% do preço final das mercadorias.

Apesar das críticas, a Petrobras afirma que não tem influência sobre os preços finais. Em nota, a empresa destacou que o valor cobrado pelas distribuidoras é apenas uma parte da cadeia, que inclui impostos, mistura de biodiesel e margens de distribuição e revenda. Já entidades do setor, como a Fecombustíveis e sindicatos do transporte, reconhecem que os custos cresceram e que a estrutura atual dificulta que os cortes promovidos pela estatal cheguem integralmente ao consumidor.

No cenário atual, especialistas concordam que a única forma de provocar uma queda significativa no preço do diesel seria a redução dos impostos. No entanto, isso implicaria uma renúncia fiscal estimada em cerca de R$ 75 bilhões por ano, somando União e estados, o que torna a medida politicamente e fiscalmente complexa.

Assim, mesmo com a Petrobras vendendo o diesel a preços cada vez mais baixos, o brasileiro continua pagando caro para abastecer, um reflexo direto de impostos elevados, custos do biodiesel e da dinâmica de um mercado de distribuição que, segundo o professor Márcio D’Agosto, ainda carece de maior transparência e concorrência.

Fonte: Economia uol

 

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