Herramientas de Accesibilidad
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) abriu inscrições para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, iniciativa que busca incentivar a criação de propostas inovadoras dentro da comunidade universitária.
O concurso tem como objetivo valorizar ideias e projetos que contribuam para a melhoria da universidade e da sociedade, estimulando a participação de estudantes, técnicos e docentes na construção de soluções criativas e de impacto.
As iniciativas selecionadas serão premiadas, com destaque para o valor de R$ 10 mil destinado às propostas vencedoras, reconhecendo o potencial transformador das ideias desenvolvidas no ambiente acadêmico.
O edital contempla projetos que dialoguem com desafios contemporâneos, incentivando a inovação, a interdisciplinaridade e o engajamento social.
Os interessados devem ficar atentos aos prazos e às orientações para inscrição, disponíveis no site oficial da iniciativa.
Não perca a oportunidade de transformar sua ideia em uma solução inovadora e contribuir ativamente para o desenvolvimento da universidade.
Fonte: Conexão UFRJ
A professora Marina Baltar (PET/COPPE/UFRJ) participou de reportagem exibida no RJ2 e no g1 sobre o crescimento do uso de bicicletas elétricas no Rio de Janeiro, tema que tem ganhado destaque no debate sobre mobilidade urbana.
Durante a matéria, a professora destacou um ponto essencial: o desafio não está apenas no aumento desse modo de transporte, mas na forma como ele é integrado à cidade. Segundo ela, é fundamental que o avanço das bicicletas elétricas venha acompanhado de planejamento urbano adequado e infraestrutura compatível.
A análise reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a integração entre diferentes modais de transporte, garantindo segurança, eficiência e acessibilidade para os usuários.
O crescimento das bicicletas elétricas representa uma oportunidade para tornar as cidades mais sustentáveis e menos dependentes de veículos individuais motorizados, mas exige atenção a questões como regulamentação, uso do espaço urbano e convivência com pedestres e outros meios de transporte.
A participação da professora evidencia a contribuição da academia no debate sobre mobilidade urbana, trazendo reflexões fundamentais para o desenvolvimento de soluções mais eficientes e inclusivas.
Fonte: Optgis.pet

O professor Glaydston Mattos Ribeiro e a pesquisadora Marina Marina Leite (PET/COPPE/UFRJ) são autores de um artigo científico publicado no periódico internacional Journal of Transport and Health, uma das principais revistas da área que investiga a relação entre mobilidade urbana e impactos na saúde da população.
O estudo aborda temas relevantes relacionados ao planejamento de transportes, mobilidade sustentável e seus efeitos sobre a qualidade de vida, contribuindo para o avanço das discussões sobre cidades mais saudáveis e eficientes.
A publicação reforça a importância de integrar políticas de transporte com estratégias de saúde pública, destacando como escolhas de mobilidade — como o incentivo a caminhadas, uso de bicicletas e transporte coletivo — podem influenciar diretamente indicadores de bem-estar e redução de riscos à saúde.
A participação do professor Glaydston Mattos Ribeiro evidencia o papel da pesquisa acadêmica no desenvolvimento de soluções para desafios urbanos contemporâneos, especialmente em um cenário onde a mobilidade sustentável se torna cada vez mais central nas agendas globais.
O artigo também contribui para o fortalecimento da produção científica brasileira em nível internacional, ampliando o diálogo entre pesquisadores e instituições que atuam na interface entre transporte, saúde e planejamento urbano.
Fonte: ScienceDirect
A implantação de uma faixa exclusiva para ônibus em Teresópolis já apresenta resultados positivos, com a redução de até 15% no tempo de viagem do transporte coletivo, beneficiando diretamente a mobilidade urbana no município.
A iniciativa conta com a contribuição dos professores Glaydston Mattos Ribeiro (PET/COPPE/UFRJ) e Cíntia de Oliveira (OPTGIS/UFRJ), que atuam em pesquisas voltadas ao planejamento de transportes e mobilidade sustentável. O estudo reforça a importância de medidas que priorizem o transporte coletivo como estratégia para melhorar a eficiência dos deslocamentos urbanos.
A adoção da faixa exclusiva permite maior fluidez para os ônibus, reduzindo atrasos e aumentando a confiabilidade do sistema, além de incentivar o uso do transporte público como alternativa ao transporte individual.
De acordo com os especialistas, intervenções como essa são fundamentais para promover cidades mais eficientes, sustentáveis e acessíveis, contribuindo também para a redução de congestionamentos e emissões de poluentes.
A experiência em Teresópolis evidencia como soluções relativamente simples, quando bem planejadas, podem gerar impactos significativos na qualidade da mobilidade urbana e na vida da população.
Fonte: Net Diário
As discussões sobre mobilidade urbana no Brasil têm ganhado novos contornos diante dos desafios crescentes das grandes cidades. Nesse contexto, o professor Glaydston Ribeiro destaca que caminhadas e pedaladas podem ser parte real da solução, mas ressalta que essas alternativas devem estar integradas a um sistema de transporte mais amplo e eficiente.
Segundo o professor, a ampliação de vias para automóveis não resolve os problemas estruturais da mobilidade urbana. Pelo contrário, essa estratégia tende a incentivar ainda mais o uso de veículos individuais, agravando questões como congestionamentos, poluição e desigualdade no acesso ao transporte.
O especialista defende a priorização de modais coletivos de alta capacidade, como metrôs, trens e corredores de ônibus, aliados a uma melhor integração com formas de mobilidade ativa, como o uso da bicicleta e os deslocamentos a pé.
Para ele, investir em planejamento urbano integrado é essencial para garantir cidades mais sustentáveis, acessíveis e eficientes. Isso inclui a criação de infraestrutura adequada para ciclistas e pedestres, além da conexão eficiente entre diferentes meios de transporte.
O debate reforça a necessidade de repensar as políticas públicas voltadas à mobilidade, priorizando soluções que promovam qualidade de vida, redução de emissões e inclusão social.
Fonte: Globo